Evento da Universal visa promover reflexão e mudança de comportamento

Você provavelmente já viu ou vivenciou aquela típica cena do jardim de infância. A criança se aproxima de um grupo de colegas para brincar, quando, de repente, é expulsa da brincadeira. A razão para excluí-la nem sempre é lógica, às vezes uma palavra errada, alguma característica diferente que vira motivo de implicância etc. Alguns pequenos vão superar facilmente o trauma, outros sempre vão esperar que aconteça novamente, se tornando inibidos e tímidos, especialmente se o acontecido se repetir mais vezes.

São adultos que desenvolvem medo de falar em público, receio de relacionamentos, inseguranças que os fazem perder oportunidades e tantos outros problemas de comportamento.

A verdade é que qualquer coisa que aconteça com a criança mesmo antes dela nascer pode afetar seu futuro. Uma pesquisa realizada pelo Departamento de Psiquiatria do hospital dinamarquês Helse Fonnano, no início do ano, revela que filhos de pais que sofrem com alto nível de estresse durante a gestação tem tendência a terem problemas emocionais e comportamentais até os 3 anos de idade.

Da mesma forma, crianças que presenciam brigas entre os pais, sofrem com conflitos em casa ou abuso, tendem a passar pelos mesmo problemas no futuro, ao se envolverem em relacões problemáticas. Um ciclo de abuso.

A portuguesa Mara Vicente, de 22 anos, sabe muito bem o que é viver com conflitos gerados por um trauma. Ela conta que desde pequena já sofria com fobias, desânimo e não tinha prazer pela vida. A depressão começou após a morte de um ente querido. Em decorrência, ela acabou se afastando completamente das pessoas que amava.

“Dentro de mim havia um mal-estar, não tinha mais razão para viver, tanto que cheguei a pensar em suicídio”, lembra.

Demorou anos até que ela finalmente pudesse entender do que precisava se livrar. “Descobri na Universal como lutar contra aquela situação que me fazia prisioneira. Então, me tornei uma pessoa livre, capaz de realizar as minhas próprias tarefas, alguém com elevada autoestima e confiante. Eu que já havia frequentado vários psicólogos, em vão, me livrei dos medicamentos que tomava para dormir e tenho um bom relacionamento com minha família e amigos”, comemora Mara.

Traumas de infância

A empresária Fernanda Edika (foto ao lado), de 18 anos, vivia presa em seus sentimentos. Quando criança descobriu que o pai havia traído a mãe e tido uma filha fora do casamento. A notícia abriu uma ferida imensa em seu peito. A situação piorou quando a mãe de Fernanda perdoou a traição e a criança passou a frequentar a mesma escola que os primeiros filhos estudavam, aumentando a indignação da irmã magoada. “O tempo foi passando, e a criança começou a inventar mentiras sobre mim. Isso foi gerando uma revolta, um ódio. Ela falava para os outros que o meu pai gostava mais dela, porque ela era estudiosa e mais carinhosa com ele. Quanto mais eu sabia disso, mais ódio sentia”, revela Fernanda.

O ódio e a mágoa só sairam de dentro de Fernanda quando ela decidiu perdoar a irmã e aprendeu a amá-la. “Depois de pedir perdão a ela, o peso saiu de mim e graças a Deus hoje sou livre”.

Liberte-se

No próximo domingo, dia 17 de novembro, a Universal fará um movimento chamado “Raiz”. O objetivo é orientar a pessoa a reagir de maneira positiva contra seus fantasmas do passado e livrar-se deles.

O peso do passado infelizmente paralisa muitos de seguirem em frente. Sem notarem estão enraizados eu seus traumas.

Assim como as raízes de uma árvore servem para firmá-la no chão, nas pessoas, raízes são como âncoras que puxam o indivíduo para baixo, o prendendo no mesmo lugar. Porém, a decisão de reagir só depende de cada um. Se deseja livrar-se também de suas raízes, procure a Universal mais próxima de você.

 

redacao@arcauniversal.com

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