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No fim de semana passado (dias 1 e 2 de abril), o grupo Universal nos Presídios (UNP) contabilizou um total de 2.329 presos batizados nas águas, entre homens e mulheres, em inúmeras cadeias espalhadas pelo País.

 

A cerimônia aconteceu nas novas igrejas instaladas nos presídios, bem como em unidades prisionais onde há o trabalho de evangelismo do grupo, atualmente coordenado em todo o País pelo bispo Eduardo Guilherme.

O movimento foi promovido pelo UNP, que atua há décadas evangelizando os reclusos e também os familiares deles.

Por que se batizar?

Quando uma pessoa decide se batizar nas águas — que representa o novo nascimento dela —, está mostrando com essa atitude um desejo sincero de aceitar o Senhor Jesus como Único Senhor e Salvador de sua vida.

Se, de fato, essa pessoa se arrepender e confessar os seus pecados diante de Deus, independentemente do que ela tenha feito, tudo passa a ser novo. É como se um contador zerasse a sua vida, a fim de começar tudo novo.

Era exatamente assim que essas pessoas se mostravam após optarem pelo batismo nas águas, ou seja, agarrando-se a essa oportunidade de mudar, ainda que para muitos isso seja praticamente impossível.

Quer saber mais sobre o trabalho da Universal nos presídios em todo o País? Para informações pessoalmente, procure a Universal mais perto da sua casa.

 Fonte

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