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Notícias

Sozinho em um relacionamento a dois
01/05/2012

"Quando um não quer mais ficar casado, o outro deve ficar sofrendo a vida inteira?"- Amiga.

Resposta:

Não. Deus não impõe esta dor sobre ninguém. Portanto, a minha fé, que não imponho a ninguém, me diz que se eu estivesse num casamento infernal, lutando com todas as minhas forças por uma pessoa que não quer nem a mim, nem a Deus e nem ao nosso casamento, eu não hesitaria em deixá-la e partir para outra. Repito, eu tentaria de tudo primeiro. Faria minha parte. Buscaria em Deus. Mas se durante um bom tempo eu não visse melhora, eu desfaria o meu casamento de erro.

É claro que esta decisão vem carregada de outras considerações: a idade, os filhos, a fé pessoal, o que já foi tentado, se eu já corrigi meus erros de comportamento, se a outra pessoa sinceramente quer consertar o casamento, condições financeiras, o futuro, e outras mais, dependendo da situação de cada um. Daí você tem que considerar tudo isso e usar a sua fé aliada à sua inteligência para decidir.

No fim das contas, a pergunta que você tem que se fazer é esta: "Qual é a minha fé? O que eu creio?".

Se sua fé lhe diz com toda a certeza que você deve continuar e lutar por seu casamento, então vá em frente. Se sua fé lhe diz, com toda boa consciência, que você já deu o que tinha que dar e está na hora de sair deste inferno, então vá na sua fé.

De uma forma ou de outra, é esta mesma fé que lhe sustentará nos dias que estão por vir, depois da sua decisão.

(*) Resposta retirada do blog do bispo Renato Cardoso.

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Sozinho em um relacionamento a dois
01/05/2012




"Quando um não quer mais ficar casado, o outro deve ficar sofrendo a vida inteira?"- Amiga.

Resposta:

Não. Deus não impõe esta dor sobre ninguém. Portanto, a minha fé, que não imponho a ninguém, me diz que se eu estivesse num casamento infernal, lutando com todas as minhas forças por uma pessoa que não quer nem a mim, nem a Deus e nem ao nosso casamento, eu não hesitaria em deixá-la e partir para outra. Repito, eu tentaria de tudo primeiro. Faria minha parte. Buscaria em Deus. Mas se durante um bom tempo eu não visse melhora, eu desfaria o meu casamento de erro.

É claro que esta decisão vem carregada de outras considerações: a idade, os filhos, a fé pessoal, o que já foi tentado, se eu já corrigi meus erros de comportamento, se a outra pessoa sinceramente quer consertar o casamento, condições financeiras, o futuro, e outras mais, dependendo da situação de cada um. Daí você tem que considerar tudo isso e usar a sua fé aliada à sua inteligência para decidir.

No fim das contas, a pergunta que você tem que se fazer é esta: "Qual é a minha fé? O que eu creio?".

Se sua fé lhe diz com toda a certeza que você deve continuar e lutar por seu casamento, então vá em frente. Se sua fé lhe diz, com toda boa consciência, que você já deu o que tinha que dar e está na hora de sair deste inferno, então vá na sua fé.

De uma forma ou de outra, é esta mesma fé que lhe sustentará nos dias que estão por vir, depois da sua decisão.

(*) Resposta retirada do blog do bispo Renato Cardoso.

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