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Dicas para administrar o nervoso no ambiente de trabalho
11/06/2012

Fatores como competitividade, pressão para cumprir as metas, reuniões, trânsito, entre outros, são responsáveis pelo estresse que afeta o rendimento e as relações do profissional no ambiente de trabalho. De acordo com pesquisas, ele atinge 70% dos brasileiros, sendo que 30% deles sofrem com níveis elevados. Segundo o especialista em comportamento humano Neto Pucci, algumas reações físicas e emocionais, como dores de cabeça, nervosismo, ansiedade, dores musculares e a falta de concentração são os sintomas mais comuns para sinalizar o estresse. Mas algumas medidas simples podem ajudar a  minimizar o problema.

De acordo com Pucci, respirar fundo é fundamental nos momentos mais complicados. “A respiração abdominal permite oxigenar os músculos e é uma técnica importante de relaxamento”, explica. Ele ainda salienta que uma alimentação saudável, rica em verduras e legumes, ajuda a manter o organismo equilibrado em situações críticas e evita que o corpo fique debilitado.

Deixar a mesa de trabalho por alguns minutos para tomar água ou café é outra medida importante para gerenciar a pressão. Desligue-se um pouco de toda a tensão. “Sair do foco do assunto gerador do estresse, mesmo por pouco tempo, respirar fundo e voltar para encarar a questão faz toda a diferença”, afirma.

Para administrar ainda melhor a pressão do dia a dia no trabalho e evitar os sintomas do estresse e outras doenças, pratique atividades que façam com que você se desprenda dos problemas. “Exercícios físicos, ouvir música ou simplesmente assistir televisão podem colaborar para o gerenciamento do estresse.”

Fatores externos também são agravantes

Nem sempre o estresse tem origem apenas no ambiente de trabalho. Segundo Pucci, é preciso identificar o foco e eliminá-lo. Os fatores mais comuns e contribuidores são os problemas financeiros, comportamentais e familiares.

“Pesquisas apontam que 95% das pessoas gastam sem planejamento e acabam trabalhando apenas para conseguir pagar as contas, o que contribui ainda mais para o estresse. E, por fim, os problemas familiares, que desequilibram o lado emocional, principalmente na questão de vícios dentro de casa, relação conjugal abalada e falta de comunicação, também contribuem.” De acordo com ele, o comportamento humano é prejudicado pela falta de autoconhecimento e aceitação.

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Dicas para administrar o nervoso no ambiente de trabalho
11/06/2012




Fatores como competitividade, pressão para cumprir as metas, reuniões, trânsito, entre outros, são responsáveis pelo estresse que afeta o rendimento e as relações do profissional no ambiente de trabalho. De acordo com pesquisas, ele atinge 70% dos brasileiros, sendo que 30% deles sofrem com níveis elevados. Segundo o especialista em comportamento humano Neto Pucci, algumas reações físicas e emocionais, como dores de cabeça, nervosismo, ansiedade, dores musculares e a falta de concentração são os sintomas mais comuns para sinalizar o estresse. Mas algumas medidas simples podem ajudar a  minimizar o problema.

De acordo com Pucci, respirar fundo é fundamental nos momentos mais complicados. “A respiração abdominal permite oxigenar os músculos e é uma técnica importante de relaxamento”, explica. Ele ainda salienta que uma alimentação saudável, rica em verduras e legumes, ajuda a manter o organismo equilibrado em situações críticas e evita que o corpo fique debilitado.

Deixar a mesa de trabalho por alguns minutos para tomar água ou café é outra medida importante para gerenciar a pressão. Desligue-se um pouco de toda a tensão. “Sair do foco do assunto gerador do estresse, mesmo por pouco tempo, respirar fundo e voltar para encarar a questão faz toda a diferença”, afirma.

Para administrar ainda melhor a pressão do dia a dia no trabalho e evitar os sintomas do estresse e outras doenças, pratique atividades que façam com que você se desprenda dos problemas. “Exercícios físicos, ouvir música ou simplesmente assistir televisão podem colaborar para o gerenciamento do estresse.”

Fatores externos também são agravantes

Nem sempre o estresse tem origem apenas no ambiente de trabalho. Segundo Pucci, é preciso identificar o foco e eliminá-lo. Os fatores mais comuns e contribuidores são os problemas financeiros, comportamentais e familiares.

“Pesquisas apontam que 95% das pessoas gastam sem planejamento e acabam trabalhando apenas para conseguir pagar as contas, o que contribui ainda mais para o estresse. E, por fim, os problemas familiares, que desequilibram o lado emocional, principalmente na questão de vícios dentro de casa, relação conjugal abalada e falta de comunicação, também contribuem.” De acordo com ele, o comportamento humano é prejudicado pela falta de autoconhecimento e aceitação.

São Paulo – 99,3 FM

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