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O que fazer nos momentos de dificuldade?
11/07/2012

Diversas são as pessoas que passaram por dramas pessoais mas, assim mesmo, encontraram forças para superar as fatalidades impostas pela vida e mudar seus pensamentos. Segundo a psicoterapeuta Léa Michaan, o ser humano é capaz de lidar muito bem com os reveses da vida. Mas o que é preciso para isso?

“Pode-se escolher ser vítima do acaso e passar o resto da vida se lamentando ou o oposto, que é encarar como um desafio e tornar as dificuldades uma motivação, uma força adicional para compensar cada limitação, chegando ao ponto de sentir que foi graças a essa perda que se tornou mais criativo e motivado” diz Léa.

De acordo com Léa, cabe a cada um de nós escolher se a força que nos arrebata será positiva ou negativa. “Claro que tais escolhas não são tão simples e requerem muita elaboração mental. Em situações extremas, faz-se necessária mais de uma mente para nos auxiliar a pensar e a expandir ao máximo o conhecimento que podemos alcançar de nós mesmos, tornando-nos cientes de nossos recursos e capacidades.”

Praticamente todos passam por adversidades que demandam algum tipo de superação, em maior ou menor grau. “Ninguém passa por algum sofrimento e continua o mesmo que era antes”, afirma a psicoterapeuta.

Segundo ela, qualquer perda é dolorosa e requer que se passe por um longo e sacrificante processo de adaptação à nova realidade. “Para aprender a viver com a ausência de algo que até então era vital, e que agora foi perdido, por exemplo, faz-se necessário aceitar o fato de que mão poderemos mais fazer muitas das coisas que fazíamos antes, pelo menos não do mesmo modo”, finaliza.

 

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O que fazer nos momentos de dificuldade?
11/07/2012




Diversas são as pessoas que passaram por dramas pessoais mas, assim mesmo, encontraram forças para superar as fatalidades impostas pela vida e mudar seus pensamentos. Segundo a psicoterapeuta Léa Michaan, o ser humano é capaz de lidar muito bem com os reveses da vida. Mas o que é preciso para isso?

“Pode-se escolher ser vítima do acaso e passar o resto da vida se lamentando ou o oposto, que é encarar como um desafio e tornar as dificuldades uma motivação, uma força adicional para compensar cada limitação, chegando ao ponto de sentir que foi graças a essa perda que se tornou mais criativo e motivado” diz Léa.

De acordo com Léa, cabe a cada um de nós escolher se a força que nos arrebata será positiva ou negativa. “Claro que tais escolhas não são tão simples e requerem muita elaboração mental. Em situações extremas, faz-se necessária mais de uma mente para nos auxiliar a pensar e a expandir ao máximo o conhecimento que podemos alcançar de nós mesmos, tornando-nos cientes de nossos recursos e capacidades.”

Praticamente todos passam por adversidades que demandam algum tipo de superação, em maior ou menor grau. “Ninguém passa por algum sofrimento e continua o mesmo que era antes”, afirma a psicoterapeuta.

Segundo ela, qualquer perda é dolorosa e requer que se passe por um longo e sacrificante processo de adaptação à nova realidade. “Para aprender a viver com a ausência de algo que até então era vital, e que agora foi perdido, por exemplo, faz-se necessário aceitar o fato de que mão poderemos mais fazer muitas das coisas que fazíamos antes, pelo menos não do mesmo modo”, finaliza.

 

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