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A adversidade espiritual
14/08/2012

Quando uma determinada igreja é pobre economicamente, preocupa-se com os pobres, mas quando é rica, como a de Laodiceia, deixa a sua humildade para se estabelecer ao nível dos ricos e considerados grandes em sabedoria neste mundo.

Paradoxalmente, em Esmirna a igreja pobre e humilde se torna rica diante de Deus, e a rica e orgulhosa igreja em Laodiceia se torna pobre e miserável.

O tipo de trabalho executado pelo responsável pela igreja em Laodiceia é o mesmo de muitas igrejas de hoje, tão preocupadas "com a pesca do salmão", que lhes dará condições econômicas e prestígio, que se esquecem das "sardinhas"!

E isso tem desagradado profundamente ao Senhor, que veio para salvar a todos. A partir daí, a Igreja desses últimos dias tem perdido totalmente a visão da vontade de Deus.

Ela é rebelde, contraditória e não teme ao Senhor. Por isso mesmo está tomada pela cegueira da situação em que se encontra, a qual o Senhor revela, dizendo: "... e nem sabes que tu és infeliz, sim, miserável, pobre, cego e nu" (Apocalipse 3.17).

O ditado popular "o pior cego é aquele que não quer ver" foi tão real para a igreja em Laodiceia quanto para a Igreja dos dias atuais!
 

Aqueles que se "convenceram" ao cristianismo têm acreditado que os seus conhecimentos bíblicos são capazes de justificá-los, e até admiti-los na presença de Deus. Além disso, a sensação do bem-estar material faz com que eles pensem que o Senhor tem aprovado a condição espiritual em que vivem.

O desconhecimento da própria situação já é um sintoma de cegueira espiritual proveniente da indiferença à prática da Palavra de Deus, e a consequência disto é a apatia, o conformismo e a mornidão espiritual.

Por isso o salmista orou: "Tomara sejam firmes os meus passos, para que eu observe os teus preceitos" (Salmos 119.5). Em outras palavras, é preciso haver firmeza de propósito e determinação nas coisas referentes ao Reino de Deus, para que então se possa praticar a Sua Palavra.

Quando, porém, o coração está firme na busca das riquezas deste mundo, o Reino de Deus fica em segundo plano, e, consequentemente, a prática da Sua Palavra também. E por aí vem a desgraça espiritual.

A igreja em Laodiceia começou quente, como muitas igrejas hoje em dia; com o decorrer do tempo, entretanto, foi desviando a sua visão do objetivo principal e eterno, em virtude do vislumbre de outro alvo passageiro e curto, que é o econômico.

A conclusão é que trocou a visão da vontade de Deus pela sua visão empresarial do mundo, ou seja, tinha conhecimento da Palavra de Deus, mas, pelo seu livre-arbítrio, preferiu praticar a sua própria vontade. Daí a razão de ser morna. O Espírito Santo, por intermédio do apóstolo Paulo, adverte a todos os cristãos:

"Porque, se Deus não poupou os ramos naturais, também não te poupará. Considerai, pois, a bondade e a severidade de Deus: para com os que caíram, severidade; mas, para contigo, a bondade de Deus, se nela permaneceres; doutra sorte, também tu serás cortado.

Eles também, se não permanecerem na incredulidade, serão enxertados; pois Deus é poderoso para os enxertar de novo." Romanos 11.21-23

 

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A adversidade espiritual
14/08/2012




Quando uma determinada igreja é pobre economicamente, preocupa-se com os pobres, mas quando é rica, como a de Laodiceia, deixa a sua humildade para se estabelecer ao nível dos ricos e considerados grandes em sabedoria neste mundo.

Paradoxalmente, em Esmirna a igreja pobre e humilde se torna rica diante de Deus, e a rica e orgulhosa igreja em Laodiceia se torna pobre e miserável.

O tipo de trabalho executado pelo responsável pela igreja em Laodiceia é o mesmo de muitas igrejas de hoje, tão preocupadas "com a pesca do salmão", que lhes dará condições econômicas e prestígio, que se esquecem das "sardinhas"!

E isso tem desagradado profundamente ao Senhor, que veio para salvar a todos. A partir daí, a Igreja desses últimos dias tem perdido totalmente a visão da vontade de Deus.

Ela é rebelde, contraditória e não teme ao Senhor. Por isso mesmo está tomada pela cegueira da situação em que se encontra, a qual o Senhor revela, dizendo: "... e nem sabes que tu és infeliz, sim, miserável, pobre, cego e nu" (Apocalipse 3.17).

O ditado popular "o pior cego é aquele que não quer ver" foi tão real para a igreja em Laodiceia quanto para a Igreja dos dias atuais!
 

Aqueles que se "convenceram" ao cristianismo têm acreditado que os seus conhecimentos bíblicos são capazes de justificá-los, e até admiti-los na presença de Deus. Além disso, a sensação do bem-estar material faz com que eles pensem que o Senhor tem aprovado a condição espiritual em que vivem.

O desconhecimento da própria situação já é um sintoma de cegueira espiritual proveniente da indiferença à prática da Palavra de Deus, e a consequência disto é a apatia, o conformismo e a mornidão espiritual.

Por isso o salmista orou: "Tomara sejam firmes os meus passos, para que eu observe os teus preceitos" (Salmos 119.5). Em outras palavras, é preciso haver firmeza de propósito e determinação nas coisas referentes ao Reino de Deus, para que então se possa praticar a Sua Palavra.

Quando, porém, o coração está firme na busca das riquezas deste mundo, o Reino de Deus fica em segundo plano, e, consequentemente, a prática da Sua Palavra também. E por aí vem a desgraça espiritual.

A igreja em Laodiceia começou quente, como muitas igrejas hoje em dia; com o decorrer do tempo, entretanto, foi desviando a sua visão do objetivo principal e eterno, em virtude do vislumbre de outro alvo passageiro e curto, que é o econômico.

A conclusão é que trocou a visão da vontade de Deus pela sua visão empresarial do mundo, ou seja, tinha conhecimento da Palavra de Deus, mas, pelo seu livre-arbítrio, preferiu praticar a sua própria vontade. Daí a razão de ser morna. O Espírito Santo, por intermédio do apóstolo Paulo, adverte a todos os cristãos:

"Porque, se Deus não poupou os ramos naturais, também não te poupará. Considerai, pois, a bondade e a severidade de Deus: para com os que caíram, severidade; mas, para contigo, a bondade de Deus, se nela permaneceres; doutra sorte, também tu serás cortado.

Eles também, se não permanecerem na incredulidade, serão enxertados; pois Deus é poderoso para os enxertar de novo." Romanos 11.21-23

 

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